segunda-feira, 20 de julho de 2009

Natureza Viva

Cor, rítmo, luz e sombra, textura, linhas. Harmonia entre os elementos, mas com um toque de desequilíbrio desconcertante. A imagem conversa com a mente de forma subliminar. Aquí, a artificialidade é aplicada ao mundo natural, lapidando a natureza segundo a lógica e a estética do homem. Este lugar me faz lembrar do meu Ceu Azul, pelos momentos bons que com ela passei alí. E me faz lembrar do mestre Burle Marx que dizia: "Não quero que a natureza interfira no meu jardim!". E como uma natureza morta, em que temos a liberdade de dispor os elementos ao nosso gosto. Só que alí tudo está vivo.

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